FANDOM


Hades
Rei do Submundo
Hades GB card
冥王ハーデス
Meiō Hādesu
Dados gerais
Classe Divindade
Dados pessoais
Sexo Masculino
Altura/Peso 1,84 m / 73 kg
Dados de treinamento
Local Não houve
Dados de mangá e anime
Introdução LC: Capítulo 219, OVA 25
Seiyuu Akio Ohtsuka
Dublador(a) Marcelo Pissardini

Hades (ハーデス) é o deus olímpico que governa o Mundo dos Mortos com o título de Rei do Submundo. Obcecado por julgar e punir qualquer mínima falha, pretende exterminar a vida na Terra. Para proteger seu corpo verdadeiro, toma um humano como hospedeiro a cada Guerra Santa; vendo-os como indignos e inferiores, contudo, faz questão de escolher o humano com o coração mais puro da Terra em sua época.

Por seus relativamente frequentes ataques ao mundo dos vivos, ele tornou-se o principal oponente de Atena, tomando a posição de adversários mais antigos como Poseidon e Ares.

Características

Aparência

Informação pendente.

Personalidade

Informação pendente.

Histórico

Era mitológica

Hades nasceu de Cronos e Rhea nos tempos mitológicos.[1] Com a queda do tirano Cronos e dos Titãs em uma revolução liderada por Zeus,[2] a geração dos deuses olímpicos ascendeu. Hades tornou-se o responsável por reger o Submundo, enquanto outros domínios foram reclamados por seus irmãos: Poseidon nos oceanos e Zeus nos céus e na terra, esta sendo posteriormente assumida pela protetora dos humanos, Atena.[3]

Tempos depois, Hades assistiu de seus domínios à Guerra Santa original, travada entre Atena e Poseidon, sem interferir. Mais tarde, auxiliou Ares de alguma maneira durante a guerra deste contra Atena, uma vez que o grande número de mortos proporcionado pela batalha selvagem conduzida por Ares era favorável ao Rei do Submundo; eventualmente, quando o exército do deus da guerra foi devastado pelos Cavaleiros empunhando as armas de Libra e ele próprio fugiu, Hades acolheu seu sobrinho no mundo dos mortos.[3]

Hades120LCA

Hades e Pégaso

Hades acabou por desafiar Atena pelo mundo dos vivos, mas sua tentativa de tomada do poder não foi bem-sucedida. Nesta guerra, foi ferido pelo Cavaleiro de Bronze Rodório de Pégaso.[4] Marcado psicologicamente pelo evento, Hades decidiu confinar seu corpo nos Elíseos, com a intenção de retornar a ele apenas quando conquistasse o mundo dos vivos. A partir de então, Pandora seleciona o humano com o coração mais puro da Terra para que Hades possa retornar e lutar uma nova Guerra Santa usando seu corpo como hospedeiro.[1]

Hades eclipsou Poseidon e Ares como o principal inimigo de Atena, desafiando-a diversas vezes, incansável em seu objetivo de subjugar os humanos, pelos quais seu desprezo aumenta a cada "afronta a um deus" e derrota. O Cavaleiro de Pégaso, em particular, parece frequentemente ter papel importante em combatê-lo.

Século XV

Hades161

Hades em seu hospedeiro

No Século XV, o coração mais puro do mundo, o hospedeiro escolhido para receber a alma de Hades, foi um jovem príncipe de 13-14 anos.[5]

Na fase final da Guerra Santa, após os Cavaleiros remanescentes reagirem à até então bem-sucedida invasão de Minos de Grifo e seus subordinados ao Santuário e terminarem por derrotá-los, Hades decide intervir pessoalmente, descendo ao Santuário e combatendo os Cavaleiros, dominando a batalha; para sua surpresa, entretanto, ele se vê preso dentro dos limites da Barreira de Atena e percebe que foi atraído para uma armadilha planejada pela deusa.[6]

Liderados pela própria Atena, os Cavaleiros conseguem conter a rechaçar os ataques concentrados de Hades, provocando no deus dos mortos um esforço que começava a se mostrar além das capacidades do corpo humano que ocupa; dessa forma, a união dos cosmos de Atena e seus Cavaleiros consegue arrancar a alma de Hades do corpo de seu hospedeiro e forçá-la a um estado dormente, destruindo a barreira no processo.[6]

Isso possibilita a chegada de Hypnos e Thanatos, que vingam a derrota de seu senhor eliminando inúmeros dos Cavaleiros que haviam sobrevivido à última batalha – restando no fim apenas Sage de Câncer e Hakurei de Altar – e levam a alma de Hades de volta para seu repouso nos Elíseos.[6]

Século XVIII

No Século XVIII, a alma de Hades veio ao mundo através da senhora do Castelo Heinstein perto do Natal. Porém, antes da chegada de Thanatos e Hypnos, a alma foi roubada por Yohma de Mefistófeles; sendo na realidade a encarnação humana de um deus, Kairos, ele foi capaz de escapar do castelo e desaparecer de vista. Durante algum tempo, ele procurou pelo hospedeiro ideal para Hades, o garoto com o coração mais puro do mundo, e o encontrou na Itália: Alone. A alma de Hades foi posta no garoto, fazendo com que o Rei do Submundo crescesse adormecido na alma de um mortal.

Muito tempo depois, quando Alone já tinha treze anos de idade, ele foi finalmente encontrado por Pandora, que o marcou com o medalhão de Hades e fez com que a alma do deus começasse a se manifestar, dando poderes ao jovem hospedeiro; no entanto, Hades não pôde despertar completamente e tomar o corpo de Alone por conta da proteção do cosmo de Atena presente na pulseira de flores feita por ela – renascida como Sasha, irmã de Alone – e usada pelo garoto. Dois anos depois, durante a batalha que iniciou oficialmente a Guerra Santa, a pulseira de Alone foi destruída, iniciando uma contagem regressiva até o momento em que ele não conseguiria mais suprimir a vontade do deus dos mortos sozinho, marcada pelo relógio estelar.

Na reta final da batalha do Lost Canvas, Alone foi derrotado por Tenma de Pégaso; Hades então tomou por completo o corpo do hospedeiro. O puro poder do deus dos mortos foi o suficiente para matar vários dos que haviam sobrevivido até então; Hades relembrou-se das ações de Alone como se fosse apenas um sonho e encerrou dizendo que a Guerra Santa estava prestes a terminar em nome do verdadeiro Rei do Submundo. Ele foi confrontado por Dohko de Libra, mestre de Tenma, mas não teve dificuldades para derrotá-lo. Dohko recusava-se a aceitar que Hades fizesse o que bem entendia depois de tudo o que os demais se sacrificaram para impedi-lo, e insistiu em batalhar contra ele; Shion de Áries uniu-se a Dohko, pronto para colocar em prática seu plano de usar contra Hades aquilo que o deus dos mortos mais odeia: a luz do sol.

Hades não nega que ele esteja certo, mas zomba dizendo que dois Cavaleiros de Ouro nada podem contra ele; Shion o corrige afirmando que é um grupo de doze, teleportando as dez Armaduras de Ouro restantes para o local. Ele lembra que os trajes, que representam as constelações da trajetória solar, são banhados pelo sol e absorvem e armazenam seus raios e sua energia desde a era mitológica; imediatamente, Dohko e Shion reúnem energia solar das armaduras e disparam um ataque contra Hades. O deus dos mortos, no entanto, é inafetado pelo golpe e contra-ataca com uma nova onda de trevas que começa a engolir rapidamente a luz criada pelos adversários e envolvê-los no que parece ser um movimento fatal.

Nesse momento, contudo, os espíritos dos Cavaleiros de Ouro mortos se manifestam através de suas armaduras. Bradando sobre os motivos pelos quais lutam, eles se reúnem uma última vez perante um incrédulo Hades, que não entende como as almas dos mortos puderam se manifestar diante de seus olhos violando as leis do Submundo. Dohko e Shion unem forças com o último esforço dos espíritos de Hasgard, Deuteros, Aspros, Manigoldo, Regulus, Asmita, Kardia, Sísifo, El Cid, Dégel e Albafica e, juntos, eles lançam um poderoso ataque baseado em luz solar que é capaz de tragar a escuridão criada por Hades e arrancar sua alma do corpo de Alone.

Hades, agora uma alma sem corpo, recua para o último Templo Demoníaco, Plutão - na realidade a Catedral da Floresta arruinada que fora anexada à "lua" do Lost Canvas. Pouco tempo depois, ele é confrontado por Tenma, Sasha e Alone. Hades relembra que Atena e Pégaso têm constantemente frustrado seus planos desde a era mitológica; até mesmo agora, quando ele pretendia usar os planos da deusa contra ela manipulando Alone, ela acabou afastando o hospedeiro de sua influência. O deus dos mortos reforça que, embora esteja uma situação vexatória para um deus, ele ainda não está acabado; Atena, no entanto, afirma que ele já está derrotado, por ter subestimado a força dos humanos, que vai além do que ele imagina.

Século XX

Informação pendente.

Habilidades

Informação pendente.

Combates

Informação pendente.

Traje protetor

Informação pendente.

Citações

  • "Eu estava tendo... um sonho muito interessante. Eu era um pintor humano, e um velho amigo de meus inimigos jurados, Atena e Pégaso... eu pintava com pressa... "Rápido, preciso terminar antes que o relógio complete a volta", dizia. "Antes que ele desperte!", dizia. Mas que humano ele era. Sempre tentando me reprimir com sua própria tenacidade... foi um sonho muito divertido."[7]

Mitologia, alusões e curiosidades

  • Em algumas dublagens de Os Guerreiros do Armageddon, Lúcifer menciona brevemente que Hades era o responsável por mantê-lo aprisionado no Pandemônio, sugerindo que, na cronologia dos filmes clássicos, Hades pode ser um deus benevolente.
HadesMegaminoSenshi

Hades em Megami no Senshi

  • Como evidenciado pela sequência de abertura Megami no Senshi (Pegasus Forever) e pela arte conceitual incluída no último volume de DVD e Blu-ray do Capítulo Elíseos, o cabelo de Hades teria a cor vinho na série OVA de Hades. Em algum ponto do desenvolvimento dos episódios, houve uma mudança na decisão e a cor foi mudada para preto. Levando em consideração que não houve qualquer alteração na abertura, pode-se afirmar que a mudança de cor aconteceu bastante tarde no desenvolvimento da temporada.

Bibliografia

Artigos relacionados

Informação pendente.

Links externos

Informação pendente.

Referências

  1. 1.0 1.1 Mangá clássico - Capítulo 98: "Reunião! Armaduras de Ouro".
  2. Saint Seiya Episode.G - Capítulo 6: "Aquele feito de ébano".
  3. 3.0 3.1 Hipermito.
  4. Mangá clássico - Capítulo 110: "Para um Mundo Onde a Luz Transborda...!".
  5. Livreto incluso no sexto blu-ray da segunda temporada do anime de The Lost Canvas.
  6. 6.0 6.1 6.2 Saint Seiya: The Lost Canvas - OVA 25: "Os Muitos, Muitos Anos".
  7. Saint Seiya: The Lost Canvas - Capítulo 219: "Verdadeira Escuridão".